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Braga. UMinho e dst lançam Cátedra inédita em construção do futuro

A Universidade do Minho e o grupo dst apresentam na próxima quarta-feira, dia 21, a “Cátedra dst/IB-S em Construção do Futuro: Automação e Modularização”, uma iniciativa pioneira para viabilizar projetos associados ao futuro do setor. A criação da Cátedra vai ser assinada às 17h30, na Reitoria da UMinho, em Braga, pelo reitor António M. Cunha, pelo presidente do grupo dst, José Teixeira, pelo codiretor do Instituto para a Bio-Sustentabilidade (IB-S) da UMinho, Paulo Lourenço, e pelo investigador titular daquela Cátedra, Vítor Cunha.

A sessão inclui, às 18h00, palestras sobre a revolução 4.0 na indústria e sobre a construção digital, respetivamente pelo CEO da Critical Manufacturing, Francisco Almada Lobo, e pelo titular da Cátedra em Informação da Construção da Universidade de Liubliana (Eslovénia), Tomo Cerovsek. Segue-se às 18h40 um painel de discussão aberto às empresas, com o diretor-geral da Universidade EDP, António Pita de Abreu, a responsável de Projetos e Inovação da Aquapor, Cláudia Guerreiro, a coordenadora para a Sustentabilidade da Corticeira Amorim, Gisela Pires, o fundador do Topos Atelier de Arquitectura, Jean Pierre Porcher, o CEO da Armilar Venture Partners, Joaquim Sérvulo Rodrigues, o diretor da Casais – Engenharia e Construção, Nuno Pinheiro, além de José Teixeira, Francisco Almada Lobo e Tomo Cerovsek.

A nova Cátedra fica sediada no IB-S, com edifícios nos campi de Gualtar (Braga) e Azurém (Guimarães), sendo apoiada pela Ordem dos Engenheiros na divulgação. O seu objetivo é repensar a construção e reinventar esta indústria para uma maior competitividade, criando soluções tecnológicas capazes de harmonizar o ambiente natural e construído, numa abordagem multidisciplinar. Vai focar temas como building information modelling, a integração projeto-produção, os materiais e sistemas inovadores ou a reabilitação na economia circular. A transformação digital é imparável na indústria, com sistemas ligados em tempo real e com capacidade autónoma de otimização. Neste âmbito, a Europa tem de se preparar atempadamente para criar valor e enfrentar os desafios societais no emprego, nas qualificações dos recursos humanos e na sustentabilidade, referem os promotores da Cátedra.

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